aCORda poesia
Gladis Lacerda

"Para falar de Gladis Lacerda Monteiro de Barros, teremos de dizer que sua poesia é grande e nobre. É a transparência de sua alma, será o grito do seu ser de Mulher.
Faz poesia, não só por fazer, mas sim porque a sente e exterioriza esse sentimento, sem precisar de grandes arquétipos.
A sua poesia tem melodia, tem encanto, tem substracto, tem sensibilidade. Por vezes, sentimos em sua poesia, uma certa revolta interior, mas também sentimos a nobreza da sua alma que sabe perdoar.
Interpretamos este seu novo livro, como um certo aviso do que a vida nos pode dar, e, que quase sempre nos oferece.
Parabéns Gladis !

Carlos Leite Ribeiro
"Cá Estamos Nós”

As sete cores do arco-íris não são suficientes para iluminar o céu dessa poetisa, carioquíssima, de Miraí das Minas Gerais. Copacabana, o porto por excelência da poetisa, não me engana e, como sempre, tenta seduzir em suas areias, os olhares/pedidos mais inquietos. Gladis em Copacabana, um ''shake'' de malícia, sensualidade romântica, religiosidade preciosa , metáforas simples e diretas. O cotidiano expresso, coloquialmente, em versos de encontros & desencontros. De humor fino e elegante, tendo consciência das possibilidades, experimentando sempre a ousadia. Ousou em lançar-se ao mundo. Foi, chegou e venceu. Em Portugal, ''Cacos de Mim'', seu livro primeiro é sucesso! ''aCORda poesia'', este seu novo livro, nasceu vitorioso, pois sua poesia ''A Ilha'' (nele incluso), foi utilizada e analisada no discurso de abertura do 2º Painel ''Comunicação Social'' do I Fórum/Colóquio da Universidade da Beira Interior (Covilhã)- Portugal, pelo Professor Mestre Carlos Leite Ribeiro. Assim e sempre a COR da poesia de Gladis brilha mais que as sete cores do arco-íris. ''Apenasmente'', porque ela, Gladis Lacerda, é poesia.

Sérgio Gerônimo
Editor

A Ilha
Gladis Lacerda
maio/2000

Há uma ponte.
E ela está toda iluminada
Sempre tão movimentada...
De um lado a cidade grande
Com seu burburinho constante.
Do outro lado a Ilha
Com sua vida tranqüila.
Mas não! Não é sempre assim:
A calma, às vezes tem fim.
E isto sempre acontece
Quando a saudade aparece.
E é tanta saudade contida
E tanta dor reprimida
Há lágrimas rolando nos olhos
Há as que inundam o coração
Que a Ilha às vezes pensa
Que vai explodir o vulcão.
Mas a dor aos poucos vai embora
E a Ilha esconde a dor, não foi nada,
Daqui a pouco esqueceu
Pega a ponte iluminada
Vai pra cidade agitada
E esta Ilha sou eu...



 

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