Lançamentos

FOTOGRAFIA DE UM POETA - POESIA - 64 páginas



Flávio Dórea

DIA 14 DE SETEMBRO 09, no estande da OFICINA Editores, Pavilhão Verde, Riocentro, das 13:45 às 15:25h, durante a XIV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, Rio/RJ.

 

Flávio Dórea em "Fotografia de um poema" nos oferece um diálogo entre o ser e a imagem: ..."somos uma foto! /clicada e observada/por diversas vertentes..."
Separa com sublimes versos o homem do poeta: "...por favor, desligue o flash/meu negativo só pode ser visto de longe...", "...porque as lentes oculares de um homem/são máquinas que captam cenas/de um realismo fotográfico..."
É profundo e filosófico em todos os instantes desta criação: "...pois ao reunirmos os perfis de uma pessoa/obtém-se uma espécie espantosa/por vezes porosa, do idealizado..."
Inaugura no decorrer do poema a trajetória dos olhares de um poeta sobre sua realidade: "...por isso fujo da luz/submeter-me à exposição/é decompor em camadas/a fotografia de um poema..."
Desfila, sobretudo no Universo da criação poética quando questiona: "... e o que seria um poeta retratado em sua nudez?...".
"... Somos uma foto/é/somos uma foto..." O ser e a imagem são neste livro o cerne dos todos e dos nadas. Nos versos desta obra mora a mais bela visão do autor sobre o poeta e o poema, pois que inicia dando à fotografia a condição de imagem petrificada. Ao poeta designa sua missão infinita para revelar-se sempre num poema ainda não revelado. E ao poema o seu fardo infinito ("...e encanta desencantos..."), pois ao sopro do vento é ele, multiplicado em significados pelos "autores-leitores", como afirmaria Aristóteles em sua "Arte poética".

Eurídice Hespanhol – poeta, apperjiana, coordenadora do evento POETAS SEM FRONTEIRAS, no Rio de Janeiro

CONVERSA PROIBIDA - POESIA - 122 páginas
(em coautoria a Sérgio Gerônimo)

 

Também exposto:

DA CABEÇA AOS PÉS - poesia/fotografia, 88 páginas

Contemporâneo, não contemporiza, nem faz concessões em seus poemas, religiosamente articulados às marés das suas letras, de corpo inteiro, ou seja “da cabeça aos pés” de insanos desejos. Isto mesmo, o autor é o Ser Desejante, que fragmenta-se em ângulos de imagens, por páginas pares, colocando sua poesia como ímpar. São versos únicos de sentidos pontiagudos, por vezes contundentes, não ao acaso. Seu grito de poeta não se mobiliza frente aos bons-modos. Permita-se, leitor, mergulhe! Complete-se.


Sérgio Gerônimo
Editor

 

da cabeça aos pés
Flávio Dórea

preciso dilatar pensamentos
deletar minha alma
de todo e qualquer tipo de verso
descontaminar o meu corpo
de palavras
que entranhadas em minhas veias
me sugam e me secam
feito parasitas
larvas percorrendo cada batimento
compasso escasso de poética
por favor me internem
me internem em saraus
onde eu possa desfrutar
a insanidade contida em metáforas
escandalizar a escrita
desvirginando páginas
de um poeta prestes a parir

um poema imaculado

fruto de um jorro lírico
sem ritmo sem rimas
implodindo na voz de um homem
que doente
teima
teima
e teima
em não se curar

Mais informações pelo e-mail: oficinaeditores@oficinaeditores.com.br

grade de lançamento

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